domingo, 8 de abril de 2012
FIM DO CICLO EURO III
Fim do ciclo Euro III
Independente dos estoques armazenados nos concessionários autorizados, cujo volume esta difícil apurar, o fato é que encerrou dia 30 de março, um importante ciclo da indústria brasileira. Essa foi a data legal limite para as montadoras faturarem a entrega dos veículos comerciais da safra Euro III para a rede autorizada. Desde segunda-feira, dia 02 de abril, as fábricas só poderão entregar para suas lojas autorizadas veículos comerciais pesados com tecnologia Euro V. A importância da data está no fato de que essa mudança eleva o Brasil, ao menos neste particular, ao bloco dos países de primeiro mundo nas questões de controle de emissões geradas por veículos automotores.
Pelo acordo, as montadoras poderiam processar a manufatura dos veículos comerciais pesados Euro III até o dia 31 de dezembro 2011 e entregar a produção para a rede até final de março. A partir de primeiro de janeiro só veículos com tecnologia Euro V poderiam ser produzidos no Brasil. Muitas montadoras, para atender a alta demanda do mercado pelos veículos antigos (e mais baratos) no ano passado, elevaram a produção o que acabou gerando um estoque que tem o dia 30 de março como prazo máximo para ser escoado. Com isso, a indústria acabou batendo seu recorde de produção e venda em 2011 quando as compras antecipadas contribuíram para o histórico volume total de 207.410 unidades, sendo 172.661 caminhões e 34.749 ônibus. No início dessa semana algumas montadoras estavam com os pátios cheios de modelos Euro III.
Com a tecnologia Euro V, o Brasil se posiciona bem e com destaque entre os países que aplicam políticas avançadas para o controle de emissões veiculares. A fase 7 do Proconve exige a redução de 80% nas emissões de Material Particulado e de 60% nas emissões de Óxidos de Nitrogênio (NOx), em relação à legislação atual. Para alcançar essas metas os fabricantes recorreram às mais avançadas tecnologias que vão resultar em melhor qualidade do ar, especialmente nas grandes metrópoles. A diminuição do volume de emissões é alcançada basicamente de duas formas, sendo que a maior parte utilizada a tecnologia SCR – redução catalítica seletiva, com o auxílio do aditivo Arla 32 para pós-tratamento dos gases de escape. A outra é a EGR, mais usado nos comerciais leves, que recorre à recirculação dos gases emitidos pelo escapamento como forma de redução de HC e CO. Nesse, os materiais particulados são reduzidos através da alta pressão de injeção de combustível e não há necessidade de usar aditivos.
Fonte: Transpoonline
Pelo acordo, as montadoras poderiam processar a manufatura dos veículos comerciais pesados Euro III até o dia 31 de dezembro 2011 e entregar a produção para a rede até final de março. A partir de primeiro de janeiro só veículos com tecnologia Euro V poderiam ser produzidos no Brasil. Muitas montadoras, para atender a alta demanda do mercado pelos veículos antigos (e mais baratos) no ano passado, elevaram a produção o que acabou gerando um estoque que tem o dia 30 de março como prazo máximo para ser escoado. Com isso, a indústria acabou batendo seu recorde de produção e venda em 2011 quando as compras antecipadas contribuíram para o histórico volume total de 207.410 unidades, sendo 172.661 caminhões e 34.749 ônibus. No início dessa semana algumas montadoras estavam com os pátios cheios de modelos Euro III.
Com a tecnologia Euro V, o Brasil se posiciona bem e com destaque entre os países que aplicam políticas avançadas para o controle de emissões veiculares. A fase 7 do Proconve exige a redução de 80% nas emissões de Material Particulado e de 60% nas emissões de Óxidos de Nitrogênio (NOx), em relação à legislação atual. Para alcançar essas metas os fabricantes recorreram às mais avançadas tecnologias que vão resultar em melhor qualidade do ar, especialmente nas grandes metrópoles. A diminuição do volume de emissões é alcançada basicamente de duas formas, sendo que a maior parte utilizada a tecnologia SCR – redução catalítica seletiva, com o auxílio do aditivo Arla 32 para pós-tratamento dos gases de escape. A outra é a EGR, mais usado nos comerciais leves, que recorre à recirculação dos gases emitidos pelo escapamento como forma de redução de HC e CO. Nesse, os materiais particulados são reduzidos através da alta pressão de injeção de combustível e não há necessidade de usar aditivos.
Fonte: Transpoonline
DIRETORIA DA VOLARE VISITA MANAUS
sexta-feira, 6 de abril de 2012
MICROONIBUS EURO III
O PRAZO PARA OS FABRICANTES DE ONIBUS E CAMINHÕES FATURAREM SEUS VEICULOS EURO III, EXPIROU DIA 31.03.2012, PORÉM MUITAS REVENDAS POSSUEM ALGUMAS UNIDADES EURO III EM ESTOQUE.
PROCURE UM REVENDEDOR DE SUA REGIÃO E CONFIRA OS MODELOS DISPONIVEIS.
PARCERIA MARCOPOLO CAIO INDUSCAR
Decisão de Marcopolo e Caio
Induscar sai nesta semana
Fabricantes de ônibus avaliam terrenos e galpões
para abrigar investimento de R$ 110 milhões em Joinville
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Parceria
entre Marcopolo e Caio Induscar produzirá ônibus para exportação
A joint
venture (parceria), formada pela Marcopolo e pela Caio Induscar para
fabricar ônibus exclusivos para exportação, deve decidir até o final desta
semana se a fábrica será instalada em Joinville. Em fevereiro, após a visita de
representantes das duas empresas à cidade, a Prefeitura de Joinville selecionou
e enviou as informações de dez áreas que poderiam comportar o investimento, com
previsão de ultrapassar os R$ 110 milhões.
Algumas
imobiliárias da região, sabendo do interesse da joint venture, também
teriam feito contato diretamente com as direções das empresas. De acordo com o
secretário de Integração e Desenvolvimento Econômico, Rodrigo Thomazi, as
companhias tomariam a decisão até o final deste mês. “Eles nos pediram dois
perfis de áreas: uma menor, com um galpão já pronto e área entre 5.000 e 10 mil
m2 (metros quadrados) e outro terreno maior, com área de pelo menos 500 mil
m2”, explica o secretário.
A
intenção com a área menor seria iniciar a produção o mais breve possível. No
terreno maior, a empresa instalaria a sua fábrica definitiva, que tem previsão
de empregar em torno de 2.500 funcionários. As áreas maiores sugeridas estão
concentradas no entorno da BR-101.
Joinville
seria a principal candidata para o investimento, principalmente por causa da
mão-de-obra qualificada que estaria ociosa no mercado, em razão da crise no
Grupo Busscar. Em torno de 2.300 funcionários já saíram da fabricante
joinvilense e outros 1.200 sairão, caso o plano de recuperação do grupo não
seja aprovado, na assembléia de credores prevista para maio. Segundo Thomazi, a
logística joinvilense e a presença de fornecedores na região também teriam
agradado às duas empresas.
Atualmente,
a Marcopolo e a Caio dominam quase 70% do mercado de ônibus. A nova empresa
resultante da parceria teria autonomia total das duas companhias e contaria com
uma nova marca. Além de ônibus para o mercado externo, a unidade deve produzir
peças para o mercado nacional.
SHELL TAMBÉM DISTRIBUI S-50 E ARLA 32
EM TODAS AS ESTRADAS POR ONDE PASSO, PROCURO VER ONDE TEM DIESEL S-50 E ARLA 32.
MINHA PREOCUPAÇÃO É QUE TENHAMOS NO MERCADO, OFERTA SUFICIENTE PARA A DEMANDA, TANTO DO DIESEL S-50 COMO DO ARLA 32.
AGORA, NÃO SÓ A PETROBRÁS, COMO TAMBÉM A SHELL, TEM OFERECIDO EM ALGUNS DE SEUS POSTOS, O NOVO COMBUSTÍVEL E O ARLA 32. ME SURPREENDI COM O A DIFERENÇA DE PREÇO DO ARLA 32 NA REDE PETROBRÁS PARA A REDE SHELL.
ADQUIRI EM UM POSTO PETROBRÁS EM FEIRA DE SANTANA 01 BALDE 18lts. POR R$ 95,00 DEPOIS ENCONTREI NO POSTO SANTA HELENA EM ITABERABA POR R$ 80,00 O BALDE COM A MESMA QUANTIDADE. NOSSO GOVERNO PRECISA FISCALIZAR ESSES DESNÍVEIS ABSURDOS.
FIQUEI MUITO SATISFEITO COM A ATENDIMENTO E QUALIFICAÇÃO DO PESSOAL DO POSTO SANTA HELENA EM ITABERABA. A GALERA ESTÁ PREPARADA PARA PRESTAR TODAS AS INFORMAÇÕES AO CONSUMIDOR SOBRE O NOVO COMBUSTÍVEL. LÁ FUI ATENDIDO POR UM FRENTISTA DE NOME REINALDO.
EM SALVADOR MAIS UM POSTO DA REDE PETROBRÁS ESTÁ DISTRIBUINDO O DIESEL S-S0:? POSTO MATARIPE BONOCÔ, AO LADO DA CRESAUTO.
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